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CANETAS ENGATILHADAS


Naquele farol...


O menino se equilibra para driblar o calor do asfalto e a frieza dos transeuntes que apressados ...

Eles não gastavam tempo, nem aplausos ou sequer trocados.

...naquele farol!

PS: todo de uma tarde escaldante de Sampa


Suseli Honório



Escrito por KG às 20h30
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Regresso tardio

E driblar o silêncio

Ecoar o ruído da alma

Regurgitar verdades

Sepultar vaidades

Palavras ao vento

Enquanto há tempo


Suseli Honório




Escrito por KG às 16h47
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Último disparo

Derradeiro verbo

mais uma palavra...


 letras dançam e contam mais um conto

... em algum canto

Nesse mundo sem mágoa

De rios sem água

E mais nada... nada, nada...


Suseli Honório

 



Escrito por KG às 16h31
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Cabeça a milhão e coração aos trancos...

... e barrancos!

Ventilador na boca do estômado...

...sangue jorrando à céu aberto

Calor!

Maões frias!

É chegada a hora de sepultar a velha alma

E fazer renascer das cinzas deste céu azulado...

De iníco de outono

Suseli Honório

 



Escrito por KG às 14h46
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Porque é sempre um momento de extremada delicadeza. Nos gestos, nas palavras que se deixam entrever mas não se mostram, nas memórias e referências das coisas que são caras. Porque é sempre a partir de um momento de delicadeza, do impulso quase natural que impele à caneta - o coração na ponta. O sentimento, reticente, como pendente é o momento. Estranho, stranger: hesito, quase paro. Estanco. E permaneço. A relembrar o Eu distante, um Eu que - ai, de mim - ainda Sou. Inevitável, como a chuva que molha - dentro. Intenso. E presente. Em algum lugar onde é sempre Dezembro, onde as madrugadas são quentes e silenciosas e onde as palavras tornam-se dispensáveis, pois há olhos - estes que vislumbram desejos e segredos mal guardados. Estes, que levam a buscar na escuridão a presença, antiga, intacta, palpável. De tantos adjetivos, o que descrevem é aquilo que não se diz. Uma existência quase secreta, pois que não há segredos de dois - e eles sabem. Ah, sabem. (K.G.)

 



Escrito por KG às 09h58
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